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Fisioterapia: Incontinência Urinária Masculina

Notícias - 1 de Novembro de 2018

O estigma associado à incontinência urinária muitas vezes impede o homem de procurar assistência médica e é muito mais comum do que se pensa, embora seja menos frequente que na mulher. Podem ser afetados homens de todas as idades. As causas de IU masculina são bastante variadas e a identificação da etiologia é essencial para o tratamento adequado.

O que é incontinência urinária?

A incontinência urinária consiste na perda involuntária de urina (ICS), e é mais comum nas mulheres. Porém, também pode acometer os homens, causando os mesmos sintomas desconfortáveis. A incontinência urinária é frequente em homens tratados com cirurgia ou radioterapia para o câncer de próstata. Imediatamente após a prostatectomia radical, cirurgia que remove completamente a glândula, parte dos homens vai experimentar algum grau desse problema. A boa notícia é que, na maioria dos casos, essa é uma situação temporária. Por outro lado, uma parcela desses indivíduos não consegue recuperar o controle urinário e sofre com a incontinência por desconhecer que existem maneiras de tratar o problema. Essa condição provoca grande impacto na qualidade de vida desses pacientes, muitas vezes, os privando de sua vida social e de suas atividades do dia a dia.

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas se dividem em sintomas de enchimento (irritativos) e de esvaziamento (obstrutivo).

Esvaziamento (obstrutivo): atraso no início da micção, particularmente ao acordar, esforço miccional, diminuição da força e do calibre do jato miccional, prolongamento ou intermitência da micção, sensação de esvaziamento vesical incompleto, gotejo terminal e a retenção urinária.

Enchimento (irritativos): urgência miccional (sentir vontade forte de urinar e precisar correr para o banheiro), urgeincontinência (sentir vontade forte de urinar, precisar correr para o banheiro e perder urina antes de chegar ao vaso sanitário), aumento da frequência urinária com pequena quantidade de urina e a noctúria (levantar a noite para urinar).

Causas

As causas da incontinência urinária masculina são variadas e a identificação da origem é essencial para o tratamento adequado. De modo geral os homens que apresentam a maior chance de ter incontinência urinária são: de idade avançada, que apresentam sintomas do aparelho urinário inferior, infecções, alterações cognitivas ou funcionais, doenças neurológicas ou terem sido submetidos a cirurgia prostática.

As causas podem ser divididas em:

-Deficiência intrínseca do esfíncter urinário: pós-operatória (hiperplasia benigna da próstata, Pós-prostatectomia, radioterapia, entre outras) ou pós traumática

-Patologia da bexiga: bexiga hiperativa ou capacidade vesical diminuída-

-Fistúlas urinárias

-Tratamento para incontinência urinária

O tratamento da incontinência urinária masculina depende do tipo de incontinência urinária e da gravidade do problema. A disfunção vesical, a incompetência esfincteriana e a obstrução podem ser tratadas mediante agentes farmacológicos, terapia comportamental, reabilitação pélvica (fisioterapia) , estimulação elétrica ou cirurgia.

Como a fisioterapia pode ajudar?

A fisioterapia trabalha a debilidade do assoalho pélvico. Para que se defina a real necessidade do paciente se faz necessário realizar uma avaliação bem detalhada e definir o tipo de incontinência apresentada, assim determinar o tratamento a ser seguido e os objetivos do mesmo.

Diante disto, a fisioterapia atua através do fortalecimento dos músculos perineais a partir de exercícios (cinesioterapia) realizados ativamente pelo paciente e/ou associado com alguns recursos de acordo com a necessidade de cada um com o objetivo de restabelecer o equilíbrio da pelve, manter o suporte dos órgãos pélvicos, favorecer a pressão de fechamento da uretra, ativar a circulação local e contribuir na atividade sexual.

Para tanto, utiliza dos seguintes recursos: anatomia e fisiologia da função miccional, treino e compreensão da respiração, fortalecimentos dos músculos do assoalho pélvico, diário miccional, terapia comportamental, biofeeedback, eletroestimulação e treino funcional.

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