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A importância da nutrição na qualidade de vida dos idosos

Notícias - 12 de Junho de 2018

No processo de envelhecimento normal, ocorrem alterações fisiológicas e biológicas que afetam a alimentação e nutrição do idoso.


A alimentação pode interferir tanto no aparecimento de doenças como na determinação da gravidade, o que justifica a preocupação com os hábitos alimentares no envelhecimento.
O estado nutricional dos idosos pode ser afetado pelo uso de alguns medicamentos que interferem na ingestão, no sabor, na digestão e na absorção dos alimentos, alterando o consumo alimentar.


De acordo com a nutricionista, Angela Knorr, o papel da nutrição nestes casos, deve ser principalmente: favorecer o controle do peso corporal saudável, manter e/ou recuperar a massa muscular e também, prevenir ou tratar doenças como anemias, osteoporose, diabetes, doenças cardiovasculares, obesidade e câncer. As necessidades calóricas para os idosos reduzem aproximadamente 10% para as idades entre 50 e 70 anos e 20 a 25% após este período.


Constipação intestinal é uma queixa frequente, e está, muitas vezes, relacionada com baixa ingestão de fibras e líquidos, além de sedentarismo. São comuns também casos de redução de paladar e olfato, necessitando alimentação rica em zinco, ácido fólico, vitamina A e vitamina B12. Para melhorar o sabor dos alimentos podem ser usados temperos naturais além de ser reduzida a adição de sal (sódio) nas preparações como medida preventiva ou tratamento de hipertensão arterial.


A desidratação costuma ser rotineira nesta faixa etária, logo o alto consumo de café e chá preto não é recomendado.


A dieta e fatores ambientais podem ser preditores de morbidade e mortalidade ao longo da vida. O estilo de vida e a alimentação minimizam o risco de doenças e maximizam a possibilidade de um envelhecimento saudável.

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